Ora bem, centro de mesa é um lance de futebol no qual um jogador em vez de centrar uma bola para a área centra mas é uma mesa. Da mesma forma um centro de saúde é um lance em que um jogador centra uma caixa de primeiros socorros. Pois é, andamos nisto ...
Tuesday, December 20, 2011
Friday, December 16, 2011
Cabeça, tronco e membro
Para quem não sabe, o modelo na foto é um homem, chama-se Andrei Pelic. Dito isto, fica mais fácil entender a polémica que uma campanha publicitária de lingerie, protagonizada por este manequim (+ uns implantes no peito), tem gerado.
Para as mulheres isto deve ser um pouco assustador, dado o poder que elas sabem que têm sobre os homens por serem belas. Enfim, estariamos perante o abuso do século, que é um homem entrar no reduto feminino e dizer que todas as mulheres devem ser muito magras. É como se a atitude dele representasse uma mensagem de todos os homens.
Acho que as mulheres deviam ser mais descontraídas e desportivas a encarar estas coisas.
Aliás, se as mulheres conhecessem um pouco melhor os homens, saberiam há muito tempo que a maioria de nós não se liga muito nestas cenas de modelos e modas - a única coisa sedutora que esse universo tem é o interesse que as mulheres lhe dedicam.
Para as mulheres isto deve ser um pouco assustador, dado o poder que elas sabem que têm sobre os homens por serem belas. Enfim, estariamos perante o abuso do século, que é um homem entrar no reduto feminino e dizer que todas as mulheres devem ser muito magras. É como se a atitude dele representasse uma mensagem de todos os homens.
Acho que as mulheres deviam ser mais descontraídas e desportivas a encarar estas coisas.
Aliás, se as mulheres conhecessem um pouco melhor os homens, saberiam há muito tempo que a maioria de nós não se liga muito nestas cenas de modelos e modas - a única coisa sedutora que esse universo tem é o interesse que as mulheres lhe dedicam.
Parece uma bonequita (o mundo é um lugar estranho)
Parece tão frágil. Como será a vida para ela?
Wednesday, December 14, 2011
A Freira Ninja (hoje tem sido um daqueles dias)
Ia eu pela rua, em mais um dia dormido e cinzento, à procura de um café da manhã que me acordasse. Pois ia, até aqui nada de novo. Ao passar por uma paragem de autocarro uma espécie de força sobrenatural fez-me levantar os olhos. De braços cruzados, saia um pouco cima do joelho, botas altas castanhas, cabelo selvagem, rosto sereno de belo, em atitude de espera, jazia o meu sonho morto, um poster sob a forma de mulher, daqueles que nunca terei no meu quarto.
Não me lembro de ter feito nada de mais, acho que apenas a olhei com olhar distante. Foi por isso com total espanto da minha parte que, acompanhada pelo ruido de chicote no ar típico dos filmes de artes marciais, ejectando-se da porta de uma loja de roupas como se fosse um matraquilho, me saltou ao caminho uma freira, com não mais de 1.50m de altura e um buço que a poderia levar ao pódio numa competição de bigodes. Pra trás pecador!, disse-me a mulher, ao mesmo tempo que avançava para mim com uma sequência de pontapés e murros para a frente, dos quais, diga-se por ser verdade, e sem saber bem como, me desviei esplendidamente.
Foda-se, mas a senhora é doida?!, disparei-lhe irritado, Eu já te dou o doida arraçado do demónio!, respondeu-me metálica, passando-me uma rasteira que me fez cair de costas na calçada. Mirou-me com ar de desprezo e tentou aplicar-me um fumikomi (gesto com o pé, semelhante a pisar) num sítio que dói muito aos homens, uma rotação das ancas in-extremis salvando-me e devolvendo-me à posição vertical.
Decidi sair daquele sítio a correr, com a incómoda sensação de que ainda me hei-de cruzar novamente com esta personagem.
Não me lembro de ter feito nada de mais, acho que apenas a olhei com olhar distante. Foi por isso com total espanto da minha parte que, acompanhada pelo ruido de chicote no ar típico dos filmes de artes marciais, ejectando-se da porta de uma loja de roupas como se fosse um matraquilho, me saltou ao caminho uma freira, com não mais de 1.50m de altura e um buço que a poderia levar ao pódio numa competição de bigodes. Pra trás pecador!, disse-me a mulher, ao mesmo tempo que avançava para mim com uma sequência de pontapés e murros para a frente, dos quais, diga-se por ser verdade, e sem saber bem como, me desviei esplendidamente.
Foda-se, mas a senhora é doida?!, disparei-lhe irritado, Eu já te dou o doida arraçado do demónio!, respondeu-me metálica, passando-me uma rasteira que me fez cair de costas na calçada. Mirou-me com ar de desprezo e tentou aplicar-me um fumikomi (gesto com o pé, semelhante a pisar) num sítio que dói muito aos homens, uma rotação das ancas in-extremis salvando-me e devolvendo-me à posição vertical.
Decidi sair daquele sítio a correr, com a incómoda sensação de que ainda me hei-de cruzar novamente com esta personagem.
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